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Atirador “preparado”: famílias de vítimas de violência armada nos EUA processam fabricante de Call Of Duty

A ação também alegou que o jogo traz o AR-15 usado no tiroteio. (representativo)

Nova Iorque:

A Activision, desenvolvedora de jogos Meta e Call of Duty (CoD), foi processada pelas famílias das vítimas mortas em um tiroteio em uma escola nos Estados Unidos por suposta promoção do uso de armas de fogo a menores.

Em maio de 2022, Salvador Ramos, de 18 anos, abriu fogo na Robb Elementary School em Uvalde, Texas, matando 21.

De acordo com a ação, movida no Tribunal Superior de Los Angeles, nos EUA, ambas as empresas “expuseram conscientemente o atirador à arma, condicionaram-no a vê-la como a solução para os seus problemas e treinaram-no para usá-la”.

As famílias das vítimas acusaram a Meta e a Activision de “preparar” os jovens e colocá-los no caminho da violência.

“Ramos jogou ‘Call of Duty’ obsessivamente, desenvolveu habilidades como atirador e obteve recompensas que só ficam disponíveis após um investimento substancial de tempo”, alegou o processo.

A ação também alegou que o jogo traz o AR-15 usado no tiroteio.

Além da Meta e da Activision, as famílias das vítimas de Uvalde também processam a Daniel Defense, empresa que fabricou o AR-15 usado no tiroteio.

Em comunicado dado à mídia, a Activision disse que “milhões de pessoas em todo o mundo gostam de videogames sem recorrer a atos horríveis”.

(Exceto a manchete, esta história não foi editada pela equipe da NDTV e é publicada a partir de um feed distribuído.)

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